terça-feira, 17 de março de 2015

Com o fracasso do movimento do dia 15, analistas Políticos constatam que Rede Globo atravessa por processo de decadência e perda de credibilidade

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Analistas  como o cientista político e sociólogo Paulo Baía, da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), o cientista político Ricardo Ismael, da PUC-Rio e Antonio Carlos Mazzeo, cientista político da Universidade Estadual Paulista (Unesp) em Marília apontam que nessa tentativa da Rede Globo de Televisão de querer  envolver o Governo Dilma no escândalo do Lava Jato, principalmente pela forma agressiva e vulgar dos âncoras  opinativo dos seus telejornais querendo com isso a revolta  popular contra o Governo Dilma. Com o movimento do dia 15 de março constatou que a emissora passa por um processo continuo de decadência e perda de  credibilidade perante a população Brasileira.

Baía e Ismael assinalam que essa crescente perda de credibilidade é pelo fato da internet. A maioria das casas brasileiras tem acesso a internet  e as pessoas correm atrás de outros meios de informação.
No movimento do dia 15, Datafolha constatou  que 89% dos participantes votaram no candidato Aécio Neves para Presidente. Com esses dado, o Cientista Politico Mazzeo chega a conclusão que os participante que foram nesse movimento comunga  com a tática da Rede Globo de Televisão, o 3º turno no Brasil.

“Essas Pessoas, que participaram no movimento do dia 15, também não acreditam na Rede Globo os seus interesses e juntar forças nesse momento para chegar ao interesse em comum, o fim do Governo Dilma”.

Mas esses fatos estão dentro de um contexto mais amplo, que não tem poupado nenhum setor, mais o jornalismo, também a teledramaturgia: a entropia que tomou conta da Globo, visível nas futricas da rádio corredor. Enfim, a Globo está enferma, atacada pela doença da Falta de Credibilidade,

Com a Morte de Roberto Marinho a Rede não tem mais comando e seus herdeiros estão, com a falta da bússola, assolando o Império midiático de outrora que não teve dificuldade de dar o golpe de 1964.